É inegável que ter o Pantanal, mais propriamente o lindo rio Paraguai e suas barrancas como cenário para quaisquer evento, é sinal de bom gosto, quando se fala em acontecimentos na Cidade Branca.
Isso fica grafado, na audiência pública realizada na semana passada pelas bandas de Corumbá, onde fora referendado o retorno do FAS 2025 – Festival América do Sul, à orla fluvial Ruiter Cunha de Oliveira (porto geral), assim como acontecera em suas primeiras edições.
Ocorre que o mundo gira e ultimamente, gira muito mais rápido, considerando a concepção de novos planos e ideias.
Tendo em tela, eventos populares (festivais, shows, desfiles, carnaval, etc) na cidade de Corumbá, faz-se necessário avançar em formatos que facilitem a maior aglomeração de pessoas, em todas as faixas econômicas e sociais.
Retornar com FAS para a região do Porto Geral, será retroceder no tempo, haja visto as condições de acessibilidade de público e veículos, pois o local não oferta espaços físicos para tal, acentuando-se as possibilidades para pessoas idosas e PNE, além daqueles que não possuem condições financeiras para se deslocar em serviços de transportes contratados (aplicativos de transportes e taxis).
Não seria o momento de se quebrar paradigmas e de uma vez por todas, criando ou recriando um espaço para eventos vultuosos, de forma a facilitar a participação popular de todos?
Porque não, experimentar a utilização da Esplanada da NOB para efetivar eventos populares de grande apelo, visto que, o referido quadrante oferta, de forma espontânea, amplas condições de maior e melhor conforto em relação ao público alvo.
Se assim fosse compreendido pelos organizadores de grandes eventos populares, a utilização da orla ferroviária, deixaria de ser um gargalo para administração pública, pois, há décadas está abandonada e esquecida, servindo de parque de lazer para pessoas desocupadas e com alto índices de assaltos, roubos, furtos, etc.
Psiu... estamos na quarta parte do século XXI!
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