Menu
quinta, 03 de abril de 2025
Andorinha - Vendas por WhatsApp
Andorinha - Novembro 2024
COLUNA

Entrelinhas

Sylma Lima

Romper Paradigmas é preciso!

Retornar com FAS para a região do Porto Geral, será retroceder no tempo. Não seria o momento de se quebrar paradigmas, criando ou recriando um espaço para eventos vultuosos em Corumbá?

31 março 2025 - 11h23

É inegável que ter o Pantanal, mais propriamente o lindo rio Paraguai e suas barrancas como cenário para quaisquer evento, é sinal de bom gosto, quando se fala em acontecimentos na Cidade Branca.

Isso fica grafado, na audiência pública realizada na semana passada pelas bandas de Corumbá, onde fora referendado o retorno do FAS 2025 – Festival América do Sul, à orla fluvial Ruiter Cunha de Oliveira (porto geral), assim como acontecera em suas primeiras edições.

Ocorre que o mundo gira e ultimamente, gira muito mais rápido, considerando a concepção de novos planos e ideias.

Tendo em tela, eventos populares (festivais, shows, desfiles, carnaval, etc) na cidade de Corumbá, faz-se necessário avançar em formatos que facilitem a maior aglomeração de pessoas, em todas as faixas econômicas e sociais.

Retornar com FAS para a região do Porto Geral, será retroceder no tempo, haja visto as condições de acessibilidade de público e veículos, pois o local não oferta espaços físicos para tal, acentuando-se as possibilidades para pessoas idosas e PNE, além daqueles que não possuem condições financeiras para se deslocar em serviços de transportes contratados (aplicativos de transportes e taxis).

Não seria o momento de se quebrar paradigmas e de uma vez por todas, criando ou recriando um espaço para eventos vultuosos, de forma a facilitar a participação popular de todos?

Porque não, experimentar a utilização da Esplanada da NOB para efetivar eventos populares de grande apelo, visto que, o referido quadrante oferta, de forma espontânea, amplas condições de maior e melhor conforto em relação ao público alvo.

Se assim fosse compreendido pelos organizadores de grandes eventos populares, a utilização da orla ferroviária, deixaria de ser um gargalo para administração pública, pois, há décadas está abandonada e esquecida, servindo de parque de lazer para pessoas desocupadas e com alto índices de assaltos, roubos, furtos, etc.

Psiu... estamos na quarta parte do século XXI!

Receba a coluna Entrelinhas no seu Whatsapp. Clique aqui para seguir o Canal do Capital do Pantanal.

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Romper Paradigmas é preciso!
Novos Tempos
A procura de um escudo político
Casa da Ilusão Brasileira
Processos Sigilosos